MATERIAIS COLABORATIVOS

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ENTREVISTAS COMPLEMENTARES

Esta seção é dedicada a entrevistas que seguem o fluxo investigativo do processo, vivo que é, Violão-Canção.

O primeiro material aqui exposto traz riquíssimo conteúdo sobre as relações entre o violão e a canção. Esta conversa com Luiz Tatit foi realizada após todas as outras entrevistas, sendo assim uma ótima oportunidade de retomar pontos importantes. Luiz Tatit foi fundamental para a concepção do projeto, foi o primeiro entrevistado, em um momento ainda embrionário, e neste novo encontro com Chico embala entre alguns dos temas centrais abordados ao longo do projeto.

“Achei muito interessante a longa conversa sobre aspectos técnicos e pragmáticos da composição com violão. Trata-se de material único sobre o tema. Foi uma reflexão em dupla feita sem pressa e com exemplificações bastante meticulosas. Inestimável! Talvez precise apenas de alguma edição para valorizar os momentos mais rendosos da conversa, sem prejudicar a profundidade dos enfoques. Muito bom, mesmo”

Palavras de Luis Tatit após assistir a entrevista completa.

SARAIVA

00:00   Contextualização da entrevista na linha do tempo do projeto.

Recuperação da entrevista inaugural

Aproximação da atuação “artística” à “científica”

 

LUIZ TATIT

01:57   inaugurando uma outra maneira de fazer tese 

02:59   suportes próprios da tradição oral

03:55   todos entoam

 

Nenhum compositor (de canção) ficou melhor porque estudou musica

 

06:10   o botequim, a labuta e “uma encenação de espontaneidade”

08:00   o constrangimento da música erudita frente o produto/mercado

09:00   “o que eu gostaria de poder perguntar …”

09:00   ser violonista antes de ser cancionista

10:20   o instrumento fornecendo material entoativo pra canção

10:48   idiomatismo: acordes já prontos no violão

11:07   intervalos de difícil entoação

11:14   fluxo rítmico

11:40  o virtuosismo rítmico do sambista

11:46  concomitância dos recursos: “De Butuca na Cozinha” (Chico Saraiva/Mauro Aguiar)

12:06   nota, ritmo e palavra.

12:30  um modelo de processo composicional (a partir da relação violão-canção)

13:58   um rol maior de saídas melódicas

15:46  o projeto do Grupo Rumo: o canto dava o caminho e o violão tentava respaldar aquilo

18:59   a dificuldade de se chegar nessas entoações

19:00   Vera (Luiz Tatit) na íntegra

20:15   os momentos heróicos

22:06   Delírio (Luiz Tatit) execução comentada

23:23  pronúncia paulista

23:55   eu gosto muito das cordas soltas

26:58   duas pautas

30:20  ah…

31:23   tudo tá na mesma busca: o simples e o intrincado

32:10  registros da obra

32:25   Jobim: uma “exceção” fundamental

33:18  Guinga e o mundo das alturas

33:31  libertar-se da nota

34:10 “Pra quem quiser me visiitar” (Guinga/Aldir Blanc)

36:17   “fundo enjoativo muito forte com um caminho melódico muito original”

36:55  Bossa-Nova

37:36  algo que vem do violão

38:12  a sofisticação harmônica e a entoação nos movimentos da M.P.B.

38:35  tudo se transforma em canção no Brasil

40:17   o improviso composto de Jobim

40:50  letra dessemantizada para prestar mais atento nos contornos melódicos

41:10   Chico comenta a letra de “pra quem quiser me visitar”

42:25  percepção de um indivíduo mais aflorada da letra ou da melodia

42:42  conteúdos sendo ditos: The Beatles

43:15  as ideias ruins que – levadas ao extremo – são muito boas

43:42  peça instrumental com entoação embrionária: Carinhoso

 

 

Em breve mais conteúdos serão disponibilizados.

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